sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Solenidade de todos os Santos




Pe. Paulo Ricardo nos fala da Solenidade de Todos os Santos.



APRESENTADOR
 
Padre Paulo
 
Padre Paulo Ricardo pertence ao clero da Arquidiocese de Cuiabá, MT. É bacharel em teologia e mestre em direito canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma). Atualmente, leciona nos cursos de Filosofia e Teologia. Pregador, autor de diversos livros, também apresenta na TV Canção Nova o programa "Oitavo dia" e na WebTVCN o programa "Homilia Dominical".

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Igreja canonizou mais de 20 mil santos, celebrados hoje

André Cunha
Da Redação



Arquivo
Felipe Aquino foi intitulado Cavaleiro da Ordem de São
Gregório Magno pelo Papa Bento XVI, é autor de vários
livros e apresentador na TVCN
 

Mais de 20 mil pessoas, entre homens e mulheres, já foram canonizados pela Igreja ao longo destes mais de dois mil anos de história. Para todos eles, os católicos dedicam um dia especial a fim de celebrá-los e pedir a intercessão. Trata-se da Solenidade de Todos os Santos vivenciada pela Igreja Católica nesta sexta-feira, 1º de novembro.

De acordo com o professor de História da Igreja do Instituto de Teologia Bento XVI, na Diocese de Lorena, Felipe Aquino, a data tem origem a partir da festa pagã celta de nome "Halloween", oriunda da região da Irlanda, Escócia e Inglaterra. Segundo ele, os celtas acreditavam, dentro do paganismo, que no dia 31 de outubro - para eles, último dia do ano - os espíritos dos mortos voltavam à terra para se alimentar e assustar as pessoas.

"A Igreja, quando evangelizou a Inglaterra e a Grã-Bretanha, quis substituir essa crença pagã por uma crença cristã. Então passou a celebrar, ao invés da festa pagã, o Dia de Todos Santos, em 1º de novembro", explica.

A crença nos santos

O professor relata que a Igreja escolheu esta data especial para lembrar os inúmeros fiéis que, segundo a fé católica, já habitam as regiões celestes, mas que ainda estão no anonimato perante o cenário de homens e mulheres canonizados.

“Há muitos que estão no céu e a Igreja não sabe nem o nome”, disse o professor Felipe. "Quantos foram martirizados no anonimato... Então, como a Igreja gosta de celebrar a festa de cada santo no calendário do ano, inclusive estes que não sabe o nome, ela celebra neste dia", explicou.

A importância dada aos santos tem sua razão na fé que os católicos depositam na intercessão destas pessoas que viveram o Evangelho com fidelidade e se tornaram, por graça de Deus, modelo para os outros cristãos.

“A Igreja sabe que os santos intercedem por nós sem cessar diante de Deus. Quando você invoca os santos ou presta um culto de louvor a um santo, você, na verdade, presta um culto de louvor a Deus”, ressaltou o professor.

Embora muitos ainda considerem a devoção aos santos como idolatria, o professor afirma que o culto nunca é prestado diretamente ao santo, mas a Deus, através dos santos. "A pessoa é santa por graça e obra de Deus. Então, o santo vai interceder por nós diante de Deus. Este é o sentido profundo", afirmou.

Uso de imagens

O Concílio de Niceia II, no ano 787, disse que as imagens dos santos devem ser colocadas nas paredes, nas alfaias litúrgicas, nas ruas, nas casas.

"Isso porque a imagem de um santo representa aquele que está no Céu. Se olharmos para uma imagem de Nossa Senhora precisamos lembrar que ela é um modelo a ser seguido. Esta é a primeira finalidade do culto aos santos: eles são modelos, porque viveram de acordo com a vontade de Deus. Então eu posso me inspirar neles para também viver a vontade de Deus”, esclareceu o professor Felipe Aquino.

 

Papa Francisco faz catequese sobre a comunhão dos santos

 
“Existe uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo”, destacou o Papa
 

Durante a audiência geral desta quarta-feira, o Papa Francisco ensinou aos fiéis presentes na Praça de São Pedro a beleza da comunhão dos santos, já em vista da solenidade do próximo domingo, em que se celebra a memória litúrgica de Todos os Santos. "Trata-se de uma verdade entre as mais consoladoras da nossa fé", destacou o Papa, "pois nos recorda que não estamos sozinhos, mas existe uma comunhão de vida entre todos aqueles que pertencem a Cristo".

Diz um adágio antigo, atribuído a Tertuliano: "unus christianus, nullus christianus". Isto é, um cristão sozinho não é um cristão. Por isso, o Santo Padre recordou, citando o Catecismo, que a comunhão dos santos é "a comunhão entre as pessoas santas". "O termo 'santos'", explicou, "refere-se àqueles que acreditam no Senhor Jesus e estão incorporados a Ele na Igreja mediante o Batismo". De fato, é comum ver a Escritura referir-se aos primeiros cristãos como à comunidade dos "santos" (cf. At 9, 32; Rm 8, 27; 1 Cor 6, 1).

Lembrando a oração sacerdotal de Jesus pela unidade da Igreja, Sua Santidade sublinhou que "a Igreja, em sua verdade mais profunda, é comunhão com Deus, familiaridade com Deus". Não sem razão São Paulo chama os cristãos de Éfeso de "concidadãos dos santos e membros da família de Deus" (Ef 2, 19).

O Papa fez referência ao amor na Santíssima Trindade. "Esta relação entre Jesus e o Pai é a 'matriz' do vínculo entre nós cristãos", afirmou. "Se estamos intimamente inseridos nesta 'matriz', nesta fornalha ardente de amor que é a Trindade, então podemos nos tornar verdadeiramente um só coração e uma só alma entre nós, porque o amor de Deus queima os nossos egoísmos, os nossos preconceitos, as nossas divisões interiores e exteriores". Ele destacou ainda que "o amor de Deus queima também os nossos pecados".

Falando do vínculo entre os cristãos, o doce Cristo na terra lembrou que "a nossa fé precisa do apoio dos outros, especialmente nos momentos difíceis". Ele criticou "a tendência a se fechar no privado" que "influenciou também o âmbito religioso", tornando muitas vezes difícil "pedir a ajuda espiritual de quantos partilham conosco a experiência cristã". "Nestes momentos de dificuldade é necessário confiar na ajuda de Deus, mediante a oração filial e, ao mesmo tempo, é importante encontrar a coragem e a humildade de abrir-se aos outros, para pedir ajuda, para pedir para nos darem uma mão", aconselhou. "Nesta comunhão (...) somos uma grande família, onde todos os componentes se ajudam e se apoiam entre eles."

Por fim, Francisco repetiu o ensinamento bimilenar da Igreja, confirmado na constituição Lumen Gentium, de que "de modo nenhum se interrompe a união dos que ainda caminham sobre a terra com os irmãos que adormeceram na paz de Cristo"01. "A comunhão dos santos vai além da vida terrena, vai além da morte e dura para sempre", disse o Papa. "Todos os batizados aqui na terra, as almas do Purgatório e todos os beatos que estão já no Paraíso formam uma só grande família. Esta comunhão entre terra e céu se realiza especialmente na oração de intercessão."

Após a catequese, o Santo Padre fez um apelo pela paz no Iraque. O território iraquiano foi devastado por bombas no início desta semana. "Convido-vos a rezar pela querida nação iraquiana infelizmente atingida cotidianamente por trágicos episódios de violência, para que encontre o caminho da reconciliação, da paz, da unidade e da estabilidade".


 
Por Equipe Christo Nihil Praeponere | Informações: Canção Nova Notícias
 
 
 

Referência

 
  1. Constituição dogmática Lumen gentium, n. 49


O que é o Halloween?

   


Significado da festa de Halloween

O Halloween é uma festa muito comum nos EUA e Europa e é celebrada no dia 31 de Outubro. A comemoração veio dos antigos Celtas (povo que habitava a Grã-Bretanha a mais de 2000 anos atrás). Os Celtas realizavam a colheita nessa época do ano, e, segundo um antigo ritual, os espíritos das pessoas mortas voltariam à Terra durante a noite, e queriam, entre outras coisas, se alimentar e assustar as pessoas.Com isso, os Celtas costumavam se vestir com máscaras assustadoras para afastar estes espíritos. Esse episódio era conhecido como o “Samhaim”. Com o passar do tempo, os cristãos chegaram à Grã-Bretanha, converteram os Celtas. Com isso, a Igreja Católica transformou este ritual pagão, em uma festa religiosa. Ela passou a ser celebrada nesta mesma época e, ao invés de honrar espíritos e forças ocultas, o povo recém catequizado, deveria honrar os santos, daí veio o “All Hallows Day”: o Dia de Todos os Santos. Mas, a tradição entre estes povos continuou, e além de celebrarem o Dia de Todos os Santos, eles celebravam também a noite da véspera do Dia de Todos os Santos com as máscaras assustadoras e com comida. A noite era chamada de “ All Hallows Evening”, abreviando-se, veio o Halloween.
 
Vemos assim que a tradição de comemorar as bruxas ou outros espíritos, não é cristã e deve ser evitada, ainda que tenha apenas uma conotação folclórica. Devemos, sim, celebrar  o dia de todos os Santos.  (*Revista Pergunte e Responderemos, n..464/2001, pág.47s)
 


 
O dia de Finados
 
É uma antiquíssima tradição da Igreja Católica rezar por todos os fiéis falecidos no dia 2 de novembro. A todos os que morreram “no sinal da fé” a Igreja reserva um lugar importante na Liturgia: há uma lembrança diária na Missa, com o Memento (= lembrança) dos mortos, e no Ofício divino. No dia de Finados a Igreja autoriza que cada sacerdote possa celebrar três Missas em sufrágio das almas dos falecidos. Essa foi uma concessão do Papa Bento XV em 1915, quando durante a Primeira Guerra Mundial, julgou oportuno estender a toda Igreja este privilégio de que gozavam a Espanha, Portugal e a América Latina desde o séc. XVIII.
 
Os primeiros vestígios de uma comemoração coletiva de todos os fiéis defuntos são encontrados em Sevilha (Espanha) no séc. VII, em Fulda (Alemanha) no séc. IX. A comemoração oficial dos falecidos é devida ao abade de Cluny, santo Odilon, em 998, mas, muito antes, em toda parte se celebrava a festa de todos os santos e o dia seguinte era dedicado a memória dos fiéis falecidos. Mas o fato de que milhares de mosteiros beneditinos dependessem de Cluny favoreceu a ampla difusão da comemoração. Depois em Roma, em 1311, foi sancionada oficialmente a memória dos falecidos.
 
A Tradição da Igreja está repleta de ensinamentos sobre a oração pelos mortos. S. João Crisóstomo (349-407), bispo e doutor da Igreja, já no século IV recomendava orar pelos falecidos:
 
“Levemos-lhe socorro e celebremos a sua memória… Porque duvidar que as nossas oferendas em favor dos mortos lhes leva alguma consolação? Não hesitemos em socorrer os que partiram e em oferecer as nossas orações por eles” (Hom. 1Cor 41,15). “Os Apóstolos instituíram a oração pelos mortos e  esta lhes presta grande auxílio e real utilidade” (In Philipp. III 4, PG 62, 204).
 
Tertuliano (†220) – Bispo de Cartago, diz: “A esposa roga pela alma de seu esposo e pede para ele refrigério, e que volte a reunir-se com ele na ressurreição; oferece sufrágio todos os dias aniversários de sua morte” (De monogamia, 10).
 
Tertuliano atesta o uso de sufrágios na liturgia oficial de Cartago, que era um dos principais centros do cristianismo no século III: “Durante a morte e o sepultamento de um fiel, este fora beneficiado com a oração do sacerdote da Igreja”. ( De anima 51; PR, ibidem)
 
São Cipriano (†258), bispo de Cartago, refere-se à oferta do sacrifício eucarístico em sufrágio dos defuntos como costume recebido da herança dos bispos seus antecessores (cf. epist. 1,2). Nas suas epístolas é comum encontrar a expressão: “oferecer o sacrifício por alguém ou por ocasião dos funerais de alguém”. (Revista PR, 264, 1982, pag. 50 e 51; PR ibidem)
 
Falando da vida de Cartago, no século III, afirma Vacandart:
 
“Podemos de certo modo conceber o que terá sido a vida religiosa de Cartago em meados do século III. Aí vemos o clero e os fiéis a cercar o altar… ouvimos os nomes dos defuntos lidos pelo diácono e o pedido de que o bispo ore por esses fiéis falecidos; vemos os cristãos… voltar para casa reconfortados pela mensagem de que o irmão falecido repousa na unidade da Igreja e na paz do Cristo.” (Revue de Clergé Français 1907 t. Lil 151; PR, ibidem)
 
São Cirilo, bispo de Jerusalém  (†386), disse: “Enfim, também rezamos pelos santos padres e bispos e defuntos e por todos em geral que entre nós viveram; crendo que este será o maior auxílio para aquelas almas, por quem se reza, enquanto jaz diante de nós a santa e tremenda vítima”(Catequeses. Mistagógicas. 5, 9, 10, Ed. Vozes, 1977, pg. 38).
 
Desde os primeiros séculos a Igreja reza pelos falecidos. No segundo livro de Macabeus, da Bíblia, encontramos esta recomendação: “É coisa santa e salutar lembrar-se de orar pelos defuntos, para que fiquem livres de seus pecados”. (2Mac 12,46)
 
 
 
 
Não só é coisa santa rezar pelos falecidos, mas o dia de finados é uma oportunidade para todos refletirem sobre a morte: “Bem-aventurado o homem que, quando o Senhor vier buscá-lo, estiver preparado”.
 
O Catecismo da Igreja lembra que: “Reconhecendo cabalmente esta comunhão de todo o corpo místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os tempos primevos da religião cristã, venerou com grande piedade a memória dos defuntos…”(CIC, § 958)
 
“A nossa oração por eles [no Purgatório] pode não somente ajudá-los, mas também torna eficaz a sua intercessão por nós”. (CIC, § 958)
 
Falando dos falecidos disse um dia o Papa João Paulo II: “Numa misteriosa troca de dons, eles [no Purgatório] intercedem por nós e nós oferecemos por eles a nossa oração de sufrágio. “ ( LR de 08/11/92, p. 11)
 
“A tradição da Igreja exortou sempre a rezar pelos mortos. O fundamento da oração de sufrágio encontra-se na comunhão do Corpo Místico… Por conseguinte, recomenda a visita aos cemitérios, o adorno dos sepulcros e o sufrágio, como testemunho de esperança confiante, apesar dos sofrimentos pela separação dos entes queridos” (LR, n. 45, de 10/11/91).
 
Portanto, o Papa João Paulo II deixou bem claro que as almas do Purgatório também rezam por nós. E mostrou também que é importante ir ao Cemitério e enfeitar os túmulos dos falecidos como sinal de nossa esperança na ressurreição.


 
Prof. Felipe Aquino
 
Artigo relacionado: Finados
 
 

Reze pelas intenções do Papa neste mês de novembro

Kelen Galvan
Da Redação, com Apostolado de Oração



Arquivo news.va
Em novembro, Francisco pede orações pelos
sacerdotes em dificuldades e pela missão continental
 


Nas intenções de oração para o mês de novembro, o Papa Francisco reza pelos sacerdotes em dificuldades e pela missão continental na América Latina.

O Santo Padre roga, em sua intenção geral, "para que os sacerdotes em dificuldades encontrem conforto no seu sofrimento, sustento nas suas dúvidas e confirmação na sua fidelidade".

E como intenção missionária, Francisco pede orações para "para que a Missão Continental tenha como fruto o envio de missionários da América Latina para outras Igrejas".

Todos os meses, o Pontífice confia seus pedidos ao Apostolado da Oração, uma iniciativa que é seguida por milhões de pessoas em todo mundo.


 

Santo do dia! - Solenidade de todos os Santos - (01 de Novembro)

Solenidade de todos os Santos
01 de Novembro

    

Hoje, a Igreja não celebra a santidade de um cristão que se encontra no Céu, mas sim, de todos. Isto, para mostrar concretamente, a vocação universal de todos para a felicidade eterna.

“Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Todos são chamados à santidade: ‘Deveis ser perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito’ “(Mt 5,48) (CIC 2013).

Sendo assim, nós passamos a compreender o início do sermão do Abade São Bernardo: “Para que louvar os santos, para que glorificá-los? Para que, enfim, esta solenidade? Que lhes importam as honras terrenas? A eles que, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste glorifica? Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles”.

Sabemos que desde os primeiros séculos os cristãos praticam o culto dos santos, a começar pelos mártires, por isto hoje vivemos esta Tradição, na qual nossa Mãe Igreja convida-nos a contemplarmos os nossos “heróis” da fé, esperança e caridade. Na verdade é um convite a olharmos para o Alto, pois neste mundo escurecido pelo pecado, brilham no Céu com a luz do triunfo e esperança daqueles que viveram e morreram em Cristo, por Cristo e com Cristo, formando uma “constelação”, já que São João viu: “Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas” (Ap 7,9).

Todos estes combatentes de Deus, merecem nossa imitação, pois foram adolescentes, jovens, homens casados, mães de família, operários, empregados, patrões, sacerdotes, pobres mendigos, profissionais, militares ou religiosos que se tornaram um sinal do que o Espírito Santo pode fazer num ser humano que se decide a viver o Evangelho que atua na Igreja e na sociedade. Portanto, a vida destes acabaram virando proposta para nós, uma vez que passaram fome, apelos carnais, perseguições, alegrias, situações de pecado, profundos arrependimentos, sede, doenças, sofrimentos por calúnia, ódio, falta de amor e injustiças; tudo isto, e mais o que constituem o cotidiano dos seguidores de Cristo que enfrentam os embates da vida sem perderem o entusiasmo pela Pátria definitiva, pois “não sois mais estrangeiros, nem migrantes; sois concidadãos dos santos, sois da Família de Deus” (Ef 2,19).

Neste dia a Mãe Igreja faz este apelo a todos nós, seus filhos: “O apelo à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade se dirige a todos os fiéis cristãos.” “A perfeição cristã só tem um limite: ser ilimitada” (CIC 2028).


Todos os santos de Deus, rogai por nós!



 
 

Mensagem do dia

 
Sexta-Feira, 01 de novembro 2013
Maria, nossa advogada
  
Nossa Senhora se faz presente em todos os lugares e em todas as situações. Ela nunca nos abandona, pois recebeu de Jesus a missão de ser Mãe de toda a humanidade; e ainda que não tivesse recebido essa missão, seria nossa Mãe da mesma forma. Ela está sempre pronta para nos socorrer diante dos perigos e das ciladas do inimigo. Sua presença é silenciosa e discreta.

A todo instante a Santíssima Virgem advoga nossas causas e trava grandes batalhas por nós.

Toda desarmonia na família, falta de paz no trabalho, verdadeiras guerras nos ambientes em que vivemos e frequentamos são lutas que estamos travando contra o mal. Não lutamos contra determinadas pessoas, colegas de trabalho, pessoas de nossa casa, esposo, filhos... Estamos lutando contra o mal, como nos ensina São Paulo (cf. Efésios 6, 10ss). Maria Santíssima é aquela que venceu todo o mal, é a esmagadora da cabeça da serpente, como está escrito no livro do Apocalipse. Ela, que soube dizer "sim" à vontade de Deus Pai, nos ajudará a vencer as forças do mal em nossas vidas.

Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!


Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


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