quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Mensagem do dia

 
Quinta-Feira, 05 de setembro 2013
Não podemos acumular sentimentos ruins
 
  
Temos o vício de ficar recordando o que nos causou mágoas. Basta uma pessoa dizer algo que nos ofenda, já ficamos ruminando, e aquilo cresce, se avoluma dentro de nós.
É como as claras em neve: de tanto "bater", recordando, recordando... o sentimento cria volume dentro de nós. De repente, aquilo nos toma totalmente e nem conseguimos mais respirar.

Precisamos ser firmes. Não podemos acumular sentimentos ruins em nosso interior.
Todas as situações dolorosas que vivemos já são mais que suficientes. Então, para que guardar e ruminar situações que nos fazem sofrer?



Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Viver bem a Santa Missa



Nós acreditamos que, a cada Missa, Jesus renova o Seu sacrifício, mas, infelizmente, a nossa fé não tem sido traduzida em atos. A ordem de Deus, na Palavra, é: “Esforça-te, pois, e converte-te!”.

Estamos muito relaxados. Muitas pessoas vão à Missa, mas não participam dela, não se colocam inteiramente na celebração. Estão somente de corpo presente, por obrigação.

Nossa mentalidade precisa ser mudada! A Celebração Eucarística é um banquete íntimo, no qual Jesus põe sobre a mesa o Seu próprio Corpo e o Seu próprio Sangue. Em cada Missa o Senhor quer cear e ter um contato íntimo conosco.
É mais do que um banquete, é um sacrifício.

"Jesus quer ir ao encontro de todos", diz monsenhor Jonas.


Temos o privilégio de receber Jesus na Eucaristia. Precisamos valorizar esse tesouro.

Os primeiros cristão celebravam a Eucaristia até mesmo nos tempos difíceis de perseguição. Faziam isso de forma clandestina, às escondidas. Algumas vezes, a Eucaristia era também levada àqueles que não podiam estar na celebração, porque se encontravam longe, não tinham como chegar ou estavam na prisão, à espera do martírio.

Hoje, temos muitos ministros extraordinários da Comunhão Eucarística, os quais levam Jesus aos hospitais e asilos, ao encontro com as pessoas impossibilitadas de sair de casa. Jesus quer chegar a todos, sem exceção.

É preciso responder ao convite de Jesus em cada Eucaristia: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo”.

É preciso reanimar o nosso zelo pela Eucaristia, arrepender-se e voltar-se com ardor, com fé e com gratidão ao tesouro que nos foi dado.

É preciso participar da Santa Missa frequentemente ou pelo menos aos domingos, mas que essa participação seja viva e fervorosa, tendo consciência de que se comunga o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade de Jesus.

Agradecemos muito a Cristo por esse grande presente que é a Eucaristia.


Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova



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Católicos, desliguem a TV

 
Os meios de comunicação social modernos exercem um novo tipo de apostolado na sociedade, o apostolado da perversão
 
 


São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei, pedia a seus filhos espirituais que promovessem o "apostolado da diversão". O santo enxergava a necessidade de renovar os costumes populares, afastando-os das ocasiões de pecado, da maledicência da língua e da concupiscência da carne. Dizia que era preciso pessoas dispostas a trabalhar nesta tarefa urgente: "recristianizar as festas… evitar que os espetáculos públicos se vejam nesta disjuntiva: ou piegas ou pagãos" (Caminho, n. 917)

Considerando o mau gosto dos entretenimentos de hoje em dia - incentivados de todos os modos pelos meios de comunicação -, percebe-se que São Josemaria estava certo. O culto à feiúra está na moda. E no que depender da grande mídia ainda vai perdurar por muito tempo. Os espetáculos de bizarrices, o apelo ao erótico, a defesa intransigente de contravalores, a ridicularização do bem e a exaltação do mal denotam a putrefação da sociedade, quer na periferia, quer nas áreas nobres. Cláudio Abramo, renomado jornalista, escrevia a seus leitores: "O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter." Que diria agora se visse o que fazem seus colegas?

A produção midiática se transformou no exercício diário da malandragem. Publicam-se mentiras, promovem-se imoralidades, a inocência das crianças é corrompida e elas são expostas, desde a tenra idade, a publicações abjetas, que fariam qualquer pessoa equilibrada corar o rosto de vergonha. Mas vergonha? Que vergonha? A lama que cobre seus corpos se tornou motivo de orgulho, direitos humanos, liberdade, amor… essa palavra tão banalizada e mal compreendida. Há um apostolado, sim, praticado pela imprensa: o apostolado da perversão!

Todavia, esse apostolado não teria frutos se não contasse com a anuência dos próprios cristãos. Bento XVI, quando esteve no Brasil, exortou a Igreja a "dizer não àqueles meios de comunicação social que ridicularizam a santidade do matrimônio e a virgindade antes do casamento."01 Foi como jogar pérolas aos porcos - e a audiência das novelas está aí para provar. Para a mídia então, foi motivo de piada. E com a tola justificativa de sempre: "somos uma emissora laica, com uma visão de cultura e mesmo de comportamento social e moral que não segue preceitos religiosos."02

Ora, não é preciso seguir preceitos religiosos para discernir sobre o direito inalienável à vida (desde a concepção até a morte natural), à educação dos filhos e ao matrimônio entre um homem e uma mulher; "não são valores exclusivamente cristãos, mas apenas a manifestação evidente de valores humanos"03. Quando se nega esses valores, ou pior, faz-se lobby contra eles, é o próprio corpo da sociedade que ameaça ruir. Por isso o Concílio Vaticano II ressaltou que "para o reto uso destes meios (os meios de comunicação), é absolutamente necessário que todos os que servem deles conheçam e ponham fielmente em prática, neste campo, as normas da ordem moral."04

Com efeito, é preciso, sim, que mais pessoas estejam dispostas a recristianizar o lazer, a cultura, a diversão, como propunha São Josemaria. Se há um apostolado da perversão praticado pelos meios de comunicação social, a sua existência se deve à covardia e à indiferença dos bons. Cabe aos cristãos a nobre tarefa de trazer luz a esses terrenos tão sombrios da vida cotidiana. Elevá-los à condição de filhos de Deus, porque é este o sentido de toda e qualquer atividade missionária: a filiação divina!


"Reconhece, cristão, a tua dignidade… foste transferido para a luz e para o Reino de Deus» (São Leão Magno, Sermão I sobre o Natal, 3, 2: CCL 138, 88).



Por Equipe Christo Nihil Praeponere


 

Referência

 
  1. Missa e Canonização de Frei Antônio Sant'Anna Galvão, OFM
  2. CNBB afirma que transmissão de reality show é um atentado à dignidade humana
  3. Decreto Inter Mirifica, sobre os meios de comunicação social
  4. RATZINGER, Jospeh; D’ARCAIS, Paolo F. Deus Existe?. São Paulo: Editora Planeta. 2009.


Santo do dia! - Santa Rosália - (04 de Setembro)

Santa Rosália
04 de Setembro

   


Nascida em Palermo em 1130, viveu por alguns anos na corte de Rogério II, rei da Sicília, sendo seu pai Sinibaldo, descendente de Carlos Magno.

Quando tinha quatorze anos, a Santíssima Virgem apareceu-lhe e aconselhou-a a deixar o mundo. Rosália foi então viver numa gruta no monte Quisquita durante alguns meses e depois foi para o cimo do monte Pellegrino onde acabou por escolher este lugar até o fim de sua vida como lugar de retiro, pela áspera solidão que ofereciam seus penhascos rochosos inclinando sobre o mar azul.

Durante seus últimos dezesseis anos de vida, Rosália levou uma vida de dura penitência sendo alimentada miraculosamente pela Eucaristia. Morreu no ano de 1160, com a idade de 30 anos.

No Século XVII foi encontrado os restos mortais de Santa Rosália, mas, os ossos, recolhidos em uma gruta escavada entre as rochas, não traziam inscrição. O Arcebispo de Palermo, D. Giannetino Doria, constituiu uma comissão de peritos, composta de médicos e teólogos, que, em 11 de fevereiro de 1625, se pronunciou pela autenticidade das relíquias.

Isso reacendeu a devoção popular. Inseriu o nome da santa no Martirológio Romano em 15 de julho e em 4 de setembro.

Em 25 de agosto de 1624, quarenta dias após a descoberta dos ossos, dois pedreiros, enquanto executavam trabalhos junto ao convento dos dominicanos de Santo Estêvão de Quisquina, acharam, numa gruta, uma inscrição latina, muito rudimentar, que dizia: “Eu, Rosália Sinibaldi, filha das rosas do Senhor, pelo amor de meu Senhor Jesus Cristo, decidi morar nesta gruta de Quisquina.” Confirmando, assim, as tradições orais da época.


Santa Rosália, rogai por nós!



 
 

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Liturgia: Mistério da Salvação - Parte IV

 
Neste quarto artigo sobre os ensinamentos de Monsenhor Guido Marini, o leitor é convidado a fazer uma reflexão sobre o real sentido da participação ativa durante a liturgia.
 

Os santos são os melhores exemplos de participação ativa na Liturgia da Igreja. Sendo a santidade o principal efeito de uma profunda vivência litúrgica, nada mais natural que sejam eles as primeiras referências neste assunto, que foi tratado de forma tão especial pelo Concílio Vaticano II. Santo Tomás de Aquino, por exemplo, não podia celebrar os Santos Mistérios sem derramar copiosas lágrimas diante da Eucaristia. De acordo com alguns biógrafos, o doutor angélico tinha o costume de encostar a cabeça no Tabernáculo, a fim de sentir o palpitar do Sagrado Coração de Jesus. Santo Tomás dizia que a Eucaristia era o sacramento da Paixão do Senhor e que, portanto, "tudo que é efeito da Paixão de nosso Senhor, é também efeito desse sacramento, não sendo esse outra coisa que não a aplicação em nós da Paixão do Senhor".

Outro santo a indicar a correta vivência da liturgia é São Padre Pio de Pietrelcina. Quando perguntaram a ele como um fiel deveria assistir à Santa Missa, logo respondeu: "Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrifício sangrento da cruz". Na Celebração, o homem é levado a reconhecer a Páscoa de Cristo - assim como o centurião a reconheceu - e a adorá-lo "em espírito e em verdade". Deste modo, explica o mestre de cerimônias pontifícias, Monsenhor Guido Marini, "não é possível participar sem adorar". Em linhas gerais, resume a Constituição Sacrosanctum Concilium sobre a liturgia, do Concílio Vatincano II:

"É por isso que a Igreja procura, solícita e cuidadosa, que os cristãos não entrem neste mistério de fé como estranhos ou espectadores mudos, mas participem na ação sagrada, consciente, ativa e piedosamente, por meio duma boa compreensão dos ritos e orações; sejam instruídos pela palavra de Deus; alimentem-se à mesa do Corpo do Senhor; dêem graças a Deus; aprendam a oferecer-se a si mesmos, ao oferecer juntamente com o sacerdote, que não só pelas mãos dele, a hóstia imaculada; que, dia após dia, por Cristo mediador (38), progridam na unidade com Deus e entre si, para que finalmente Deus seja tudo em todos".

Por outro lado, ao longo dos últimos anos, pôde-se perceber um enorme distanciamento de muitas comunidades da correta participação ativa, tal como pede a Igreja. Infelizmente, essa má interpretação do que quer dizer a Constituição Sacrosanctum Conciliumm introduziu uma série de abusos e falsas inculturações, ao ponto de a Santa Missa acabar se tornando mais um espetáculo de bizarrices, que o Sacrifício Redentor de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ao mesmo tempo, também reduziu-se a participação dos fiéis a atividades como leitura, canto ou alguns gestos que, em muitos casos, não expressam a realidade do momento litúrgico. É verdade que, quando bem realizado, o serviço próprio de cada um durante a Celebração Eucarística é participação ativa, mas, alerta Guido Marini, "tudo isso não significaria participação verdadeiramente ativa, se não conduzisse para a adoração do mistério da salvação em Cristo Jesus, morto e ressuscitado por nós".

A Sacrosanctum Concilium age de forma contundente a favor da obediência às normas litúrgicas, "de modo que nos seminários e institutos religiosos a vida seja totalmente impregnada de espírito litúrgico" (17). Além disso, exorta os sacerdotes para que "guiem o rebanho não só com palavras mas também com o exemplo" (19). Proíbe expressamente falsas criatividades quando determina que além da Santa Sé e dos bispos em comunhão com ela, "ninguém mais, mesmo que seja sacerdote, ouse, por sua iniciativa, acrescentar, suprimir ou mudar seja o que for em matéria litúrgica" (22). Finalmente, pede para que "não se introduza inovações, a não ser que uma utilidade autêntica e certa da Igreja o exija, e com a preocupação de que as novas formas como que surjam a partir das já existentes" (23). Perante essas prerrogativas parece óbvio o quanto certas celebrações mundo à fora estão afastadas do espírito litúrgico pedido pelo Concílio Vaticano II.

Urge, pois, redescobrir a beleza contida na autêntica celebração litúrgica dos mistérios cristãos, para que assim - e somente assim - tanto sacerdotes, quanto fiéis, possam saborear a ação salvífica de Nosso Senhor Jesus Cristo. Neste sentido, esclarece o Monsenhor Guido Marini, "somente quem adora o mistério, acolhendo-o na própria vida, demonstra ter compreendido o que está celebrando e, portanto, ser verdadeiramente participante da graça do ato litúrgico".




Santo do dia! - São Gregório Magno - (03 de Setembro)

São Gregório Magno
03 de Setembro

    


Hoje, celebramos a memória deste Magno (Grande) de Cristo: São Gregório I. Nascido em Roma no ano 540, numa família nobre que muito o motivou à vida pública.

Gregório (cujo nome significa “vigilante”), chegou a ser um ótimo prefeito de Roma, pois era desapegado dos próprios interesses devido sua constante renúncia de si mesmo. Atingido pela graça de Deus, São Gregório chegou a vender tudo o que tinha para auxiliar os pobres e a Igreja.

São Bento exercia forte influência na vida de Gregório, por isso, além de ajudar a construir muitos mosteiros, entrou para a vida religiosa do “Ora et Labora”.

Homem certo, no lugar certo, este foi Gregório que era alguém de senso de dever, de medida e dignidade. Além da intensa vida interior, bem percebida quando escreveu sobre o ‘ideal do pastor’:” O verdadeiro pastor das almas é puro em seu pensamento. Sabe aproximar-se de todos, com verdadeira caridade. Eleva-se acima de todos pela contemplação de Deus.”

Com a morte do Papa da época, São Gregório foi o escolhido para “sentar” na Cátedra de Pedro no ano de 590, e assim chefiar com segurança a Igreja num tempo em que o mundo romano passava para o mundo medieval.

São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja que conquistou o Céu com 65 anos de idade (no ano 604), deixou marcas em todos os campos, valendo lembrar que na Liturgia há o Canto Gregoriano, o qual eleva os corações a Deus, fonte e autor de toda santidade.


São Gregório Magno, rogai por nós!



 
 

Mensagem do dia

 
Terça-Feira, 03 de setembro 2013
A incredulidade é um vírus de alto risco
 
  
A fé é como um gerador de energia elétrica: enquanto ele está em ação a energia flui. Na hora em que o gerador perde o ritmo, a luz começa a falhar e apaga tudo. O inimigo está agredindo o nosso gerador, que é a fé.

A incredulidade é um vírus de alto risco. Com isso a oração diminui, perdemos a confiança em Deus, na Sua Divina Providência e deixamos de lado a alegria e a esperança. Um cristão sem esperança é infeliz e frustrado.

Quero convidar você a partir de hoje, a buscar sua confissão. João Paulo II nos dizia: "oferece o perdão, recebe a paz". Vamos caminhar a partir de hoje, oferecendo o perdão a todos.


Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova


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